segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Os amigos são para as ocasiões...

A comunicação social tem, nos tempos hodiernos, um poder inexpugnável. Dominam o rumo da actualidade social, política e, até mesmo, económica. Por tudo isso, os jornalistas ou fabricantes de factos noticiosos deverão ser pessoas independentes e isentas, coerentes e disponíveis para transmitir, da forma mais neutra possível, os acontecimentos que são chamados a relatar. Ora, o primeiro-ministro cessante, José Sócrates, facilmente perdia a paciência com as especulações e acusações que a imprensa lhe lançava. Todos conhecemos o seu 'caso' com Moura Guedes, todavia um outro jornalista usou e abusou do seu microfone para, com ironia (a bem denominada arma dos fracos...), pôr em causa a idoneidade de Sócrates. Os pré-conceitos que temos em relação às pessoas que temos defronte de nós, devem passar discretamente pela actividade da comunicação social. Mário Crespo não conseguiu! 
Contudo, hoje percebemos porquê. A 'maõzinha' de Miguel Relvas para o colocar de volta à RTP em Washington é a prova de que o 'ódio' maculado pelo anterior primeiro-ministro era mais uma paixão ineludível pelo partido laranja. Ora aí está a prova de que os amigos são para as ocasiões...daí a pressa em correr com Sócrates.
Lamentável!

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