segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Sobre a Confiança, preços, negócios e outras minúcias...

Muito se tem escrito e comentado acerca do negócio de compra da antiga fábrica Confiança. O assunto marcou, como não poderia deixar de ser, a agenda da última assembleia municipal.
Colocar dúvidas ao negócio é processo natural em democracia. Eu também o questionaria. O que me parece abusivo e, até, pouco lícito, é explorar a idoneidade das pessoas neste processo. É certo que estamos habituados a ver políticos e gestores públicos abusarem das suas funções e não defenderem convevientemente o erário público. Todavia, não podemos conviver democraticamente com partidos que nunca estão contentes, que não sabem manifestar-se favoráveis a medidas que não venham do seu espectro político, ou que estejam constantemente a demonstrar insatisfação... Essa atitude soa a arrogância e prepotência. 
Os partidos precisam de entender-se muitas vezes nas decisões importantes para um município. O caso da Confiança é um bom exemplo de concordância por Braga e pelos bracarenses. A dívida da autarquia bracarense não é assim tão elevada em termos objectivos ( a Madeira tem quase tantos habitantes como o nosso concelho e a dívida deles é 60 vezes maior que a nossa...), e vão ser gastas verbas provenientes do QREN.
A Confiança faz parte da história de Braga e pode ser um forte equipamento cultural para as novas gerações. A cultura é o factor que faz evoluir as sociedades. Por isso, eu apoio a Confiança e aguardo com muita expectativa a sua reconversão.
Obrigado Ricardo Rio!
Obrigado Mesquita Machado!

Por Braga sempre!

Sem comentários:

Enviar um comentário