terça-feira, 5 de junho de 2012

E tudo a retroescavadora levou...

Ontem, durante a tarde, foi parcialmente destruído o avantajado aqueduto que levava as águas das Sete Fontes até à fonte dos Granjinhos, e que estava localizado no subsolo do largo Carlos Amarante. Com tanto espaço nesta praça, para fazer passar as novas condutas de água, fica a pergunta: havia necessidade de destruir esta marca histórica da nossa cidade?
Está tudo dito!

Vale a pena ler o comentário do Ricardo Silva sobre este assunto.

2 comentários:

  1. VERGONHAAAAAAAAAAAAAAAAA

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  2. Tenho muita pena que o Gabinete de Arqueologia da CMB não estivesse representado na tertúlia promovida pela Coligação Juntos Por Braga, pois seria interessante ouvir a "sua versão" sobre este tipo de situações.
    Contudo, nesta mesma tertúlia, ouvimos da responsável da UAUM que eram eles quem intervencionavam o Largo e que face à chuva e frio, estavam sempre presentes, a dar o melhor de si e com qualidade, a partir das 7h da manhã.
    Este desfecho entristece-me porque ouvia (e vale o que vale) da boca do Sr. Arqueólogo da CMB no final da semana dizer que quem decide o que fazer não é ele, mas sim a DRCN/IGESPAR depois de ouvir a UAUM/GACMB. Fica para dedução: ou a DRCN/IGESPAR são insensíveis e não pugnam pelo seu objecto de matéria ou então estão a ser mal aconselhados!
    E continua por explicar quais os critérios que levam à preservação ou destruição de um vestígio! E não me venham com a história da preservação pelo registo, porque esse não fica disponivel aos cidadãos em tempo útil e nem sequer é relevante na matéria de atracção turística. O povo gosta de ver e de sentir (imaginar é dificil).

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