sábado, 15 de setembro de 2012

Encontros da Imagem: o orgulho cultural de Braga

Os bracarenses devem orgulhar-se de ser palco do maior evento da fotografia português. Os Encontros da Imagem arrancaram ontem e prometem marcar o calendário cultural da cidade de Braga. Apesar de já contar com vários contributos para o seu orçamento, este evento corre o risco de não ser financiado em apenas 30 mil euros, pela Secretaria de Estado da Cultura.
Se um evento com esta qualidade fosse promovido em Lisboa ou no Porto, bastava um telefonema ou uma pressão de alguém espceial para ser financiado, porventura com valores mais consideráveis.
Os Encontros da Imagem são a prova de que a cultura é a aposta certa para tornar Braga Maior!

Pena que já não se dedique uma exposição de fotos antigas com a Memória de Braga...

1 comentário:

  1. O museu da imagem está completamente por explorar quanto à possibilidade de dar a conhecer aos bracarenses a Braga de outros tempos.
    Podia anualmente apresentar uma grande exposição dedicada a Braga e às suas memórias, onde poderiam ser vistas as fotos antigas mas também projetos e muito do que já esteve planeado para Braga e não se concretizou. Recordo que na Agro, feira agrícola, era costume a Câmara de Braga estar presente num stand era possível ver todos os projetos para Braga, Recordo planos para o fecho do quarteirão da Arcada, onde estava prevista a demolição da casa que existe no piso de cima da Arcada, por cima do café Vianna. Recordo retificação de algumas construções, em algumas praças e ruas, para um correto enquadramento arquitetónico. Mas, corria o anos de 1972/1973, a Agro era um acontecimento e eu, rapaz de 10/12 anos perdia-me no meio desses projetos que me faziam sonhar...
    Pergunto: por onde andarão esses projetos?
    Se calhar alguns deles recuperáveis, ou não. Mas que mereciam um olhar crítico 40 ou 50 anos depois de terem sido realizados, mereciam. E o museu da imagem, poderia servir também para realizar uma exposição subordinada a esse tema.
    Mas desconfio que não interesse muito a alguns, e se calhar foi tudo para o lixo. Não me admirava nada...

    ResponderEliminar