quarta-feira, 10 de abril de 2013

Um caso em Real: alertar para a defesa do património

© Adriano Ferraz
Esta fonte, aparentemente dos finais do século XVIII, está engolida por matagal e corre o sério risco de se perder. Localiza-se em Real, junto à Rua Pe Manuel Guimarães. Uma primeira análise permite dizer que se trata de uma fonte de traça neoclássica, apresentando um frontal de nicho que faz lembrar o habitual traço de André Soares(?).
É propriedade privada é certo, mas não teremos o dever de alertar para a sua salvaguarda? Junta de Freguesia? Proprietário? Câmara Municipal?
Devemos recordar que o que é considerado como mais valia patrimonial para uma determinada sociedade pode ser classificado legalmente, de forma a impedir que os seus proprietários o destruam. Será o caso desta fonte?
Deixamos o alerta...

3 comentários:

  1. Não tem a ver com este Post... Braga recebeu imagens fresquinhas hoje no Google Earth, tiradas no dia 2/8/2012. Passam assim para históricas (mas disponíveis) as imagens de Junho de 2007.

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  2. A falta de uma Carta de património Concelhio que defenda e salvaguarde estes belissimos exemplares é gritante numa cidade como Braga. Principalmente quando existe um presidente que diz que não recebe liçoes de ninguem no que toca à defesa patrimonial. Mais um (de muitos) bons exemplos de que quando ele fala... pouco acerta

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  3. Já trataram de a levar para alguma quinta...era importante falar destas coisas e garantir que elas estariam salvaguardadas.

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