terça-feira, 4 de junho de 2013

A primeira opção para S. Victor!

O meu amigo Ricardo Silva vai ser o próximo candidato da coligação Juntos por Braga à maior freguesia do Minho. Uma excelente notícia para os habitantes de S. Victor, que podem ter no coordenador da JovemCoop a melhor garantia de proximidade e altruísmo.
Aqui está alguém que é fiel aos seus princípios e que sempre deu a cara pela defesa do património e pelas causas sociais mais eminentes da freguesia. Recordamos particularmente as Sete Fontes, que foi a causa mais emblemática, mas muitas outras se juntam ao rol: fábrica Confiança, Convertidas, Guadalupe, candeeiros do Campo Novo ou a Casa do Areal. Além do mais, não faltam causas de apoio social como recentemente a caminhada em favor da CERCI Braga, a campanha de recolha de azeite para os cabazes a serem entregues às famílias carenciadas da freguesia, entre outras acções solidárias em favor de associações da freguesia. O Ricardo foi também um dos restauradores das festas de S. Marçal e de Nossa Senhora da Piedade em Guadalupe, património de Braga que estava esquecido há algumas décadas.

Para além de manter a independência - sem cartão partidário - o Ricardo Silva, como sabemos, foi sempre a primeira opção daqueles que ambicionam vencer o embate autárquico nesta freguesia... Acrescento ainda o facto de se tratar de alguém que se assume como cristão e que jamais arruma numa gaveta os valores que defende em vista dos seus objectivos individuais.
A intervenção cívica do Ricardo Silva é o melhor argumento da sua candidatura e da confiança que vai merecer dos eleitores de S. Victor.
Apesar de não votar em S. Victor, dou todo o meu apoio a esta candidatura. A política em Braga precisa de protagonistas assim!
Força Ricardo!

PS - Não posso deixar de elogiar a atitude quer do PS, quer do PSD, em integrarem gente com provas dadas nas suas listas. Uma palavra de apreço ao Bloco de Esquerda por também abdicar da sua candidatura para suportar eleitoralmente uma candidatura independente. A cidadania é o futuro da democracia e é importante que os partidos políticos repensem seriamente a sua vida interna.

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